Freudenberg-NOK traz nova linha de produção para o Brasil

Diadema, 7 de agosto de 2013. A Freudenberg-NOK América do Sul anuncia a inauguração da nova linha de produção de coifas em termoplásticos (TPE) para aplicação em semieixos e juntas homocinéticas. Com a nova Unidade em Diadema (SP), a empresa amplia o portfólio de soluções com produção local, complementando seu pacote atual de vedações, retentores e juntas que já fornece para a indústria automotiva sul-americana, disponibilizadas como equipamento original às maiores montadoras em operação na região.

“O início da produção em escala comercial está projetado para ocorrer entre dezembro e janeiro próximos e é uma importante etapa do nosso plano de dobrar o faturamento na América do Sul até 2016”, conta George Rugitsky, presidente da empresa no continente. O executivo da subsidiária local da líder global em vedações informa que o projeto completo desta nova linha inclui seis máquinas de última geração, que estarão operando com total capacidade até 2016. “Esta nova unidade produtiva nos permite ampliar ainda mais o relacionamento com os clientes na indústria automotiva, possibiltando ampliar nossa relevância e pacote de soluções tecnológicas aos clientes atuais e futuros”, completa.

Sobre os investimentos para trazer esta nova linha, Rugitsky conta que o aporte faz parte do plano do Grupo Freudenberg de alocar R$ 40 milhões em 2013 para inovações, ampliação da capacidade produtiva e otimização dos processos nas empresas instaladas no Brasil; no ano passado, o Grupo investiu um total de R$ 35 milhões.

Com fábricas de coifas já operando na Alemanha, Polônia, EUA, Índia, Tailândia, China, Coreia e Japão, a abertura da nova unidade de Diadema, faz parte do plano estratégico da empresa de consolidação da liderança mundial nesse segmento de negócios. E garante aos clientes locais a oferta de soluções state-of-art alinhadas com o que há de mais inovador em materiais, processos e serviço aos clientes. “Pela sua atuação global, o compromisso da Freudenberg-NOK em garantir padrão de excelência aos clientes é inegociável. Como parte desse compromisso, serão enviadas quatro pessoas para um treinamento intenso de seis meses no Lead Center Global da área de coifas da empresa, em Berlim”, conta Rugitsky.

E a respeito do processo industrial da nova linha, o gerente industrial, Paulo Parize, ressalta que o fator inovação é um dos pontos primordiais. “As máquinas de última geração chegam para serem instaladas em um processo produtivo muito robusto, altamente controlado e com alto nível de automação, com foco na filosofia da nossa empresa, de garantia de qualidade de produto, baixa geração de resíduo e custo competitivo”, informa Parize.

 

Nova linha nacionaliza peças de alta tecnologia
O diretor de vendas da Freudenberg-NOK América do Sul, Rodrigo Vilela, conta que, inicialmente, a nova unidade irá localizar itens atualmente fornecidos pelas plantas da Europa. “Iniciaremos com um projeto de nacionalização em parceria com um grande cliente mundial, fabricante de semieixos. A produção no local nos permitirá crescer em participação no cliente atual e conquistar novos clientes no Brasil e América do Sul”, conta o executivo.

Nova linha chega alinhada aos valores corporativos da Freudenberg
O diretor de marketing da empresa na América do Sul, Luiz Freitas, conta que a linha de coifas está alinhada aos valores corporativos e direcionamentos estratégicos do Grupo Freudenberg. “Todos os investimentos e iniciativas são amparados em valores muito sólidos”, reitera o executivo.

Sobre a abertura da nova linha, ele cita alguns pontos, em particular: “valor para o cliente”, com liderança global e foco no atendimento com produção local; “inovação”, por meio do desenvolvimento de tecnologias para solucionar os desafios da indústria; “liderança”, com garantia de atendimento em todo o mundo; “visão de longo prazo”, com foco na ampliação de mercado em âmbitos global e local para fortalecer o crescimento e a perenidade do negócio; “sustentabilidade”, com a criação de processos industriais com atenção especial à baixa geração de resíduos. “Sobre o respeito ao meio ambiente, o processo da nova linha tem nível desprezível de resíduo”, afirma.